O medo da morte é consequência do medo da vida. Um homem que vive intensamente está preparado para morrer em qualquer altura. Mark Twain
O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que …. está em casa!
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que … estivemos rodeados de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas significa que … tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa, significa que … tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo, significa que … tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento, significa que … tenho carro!
Os gritos das crianças, significa que … posso ouvir!
O cansaço no final do dia, significa que … posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs, significa que … estou vivo!
Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo, significa que … tenho amigos pensando em mim!
QUANDO VOCÊ PENSAR QUE A VIDA ANDA MAL … LEIA OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM!!!
Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.
Um dia no tempo,
brilhou o Infinito.
Do pó das estrelas,
artisticamente amado,
a vida floriu
num choro de espanto
e de liberdade.
Infinitamente grato,
contemplo o Infinito
e celebro o “big bang” da Criação
no primeiro choro que se ouviu,
no infinitamente perdido
duma serra do interior
a beijar o céu.
Não sei o que mais me espanta:
Se a grandeza da estrela
que se consome em luz e calor,
Se o sorriso frágil duma criança
suspirando por um colo de amor,
Se o Criador de infinitos a morar entre nós
sem se apequenar,
Se hoje poder pensar
e a vida celebrar!
Cinquenta anos de Sol
a namorar a Terra,
caminho lento
à procura do Infinito!
Cada passo é um ano de luz
de doação,
se o coração e a razão
caminham juntos
enamorados de tanta luz.
(Lisboa, 11/06/07)
José Augusto, svd
I. Não matarás
II. A estrada seja para ti um instrumento de comunhão, não de danos mortais
III. Cortesia, correcção e prudência ajudar-te-ão
IV. Sê caridoso e ajuda o próximo em necessidade, especialmente se for vítima de um acidente
V. O automóvel não seja para ti expressão de poder, de domínio e ocasião de pecado
VI. Convence os jovens e os menos jovens a não conduzirem quando não estão em condições de o fazer
VII. Apoia as famílias das vítimas dos acidentes
VIII. Procura conciliar a vítima e o automobilista agressor, para que possam viver a experiência libertadora do perdão
IX. Na estrada, tutela a parte mais fraca
X. Sente-te responsável pelos outros
Mais leitura e menos televisão exercita e protege o cérebro.
Nunca diga a Deus que você tem um grande problema, diga ao seu problema que você tem um grande Deus.
A vida é uma oportunidade, agarra-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é bem-aventurança, saboreia-a.
A vida é um sonho, faz dele uma realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida dela.
A vida é uma riqueza, conserva-a.
A vida é amor, aprecia-o.
A vida é um mistério, penetra-o.
A vida é uma promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, vence-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é uma tragédia, abre-lhe os braços.
A vida é uma aventura, arrisca-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a vida, defende-a!
Este texto trata de uma discussão ocorrida numa aula do Curso de MBA Executivo – Gestão em Serviços da UFPE. Um professor ateu desafiou os seus alunos com esta pergunta:
- Deus fez tudo o que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- Sim, fez!
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor – respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que as nossas acções são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
- Posso fazer-lhe uma pergunta, professor?
- Sem dúvida – respondeu o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo o corpo ou objecto pode ser estudado quando tem ou transmite energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes incapazes de reagir, mas frio não existe. Criámos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
Antes de se refazer diante da resposta do aluno, o professor ouviu outra pergunta dele:
- E a escuridão existe?
- Mas é claro que sim.
- Novamente o senhor engana-se, a escuridão tão pouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quanto escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, temos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo. Essas coisas são o mal.
Então o estudante concluiu:
- O mal não existe, professor, ou pelo menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou o amor, que existem como existem a luz e o calor. O mal resulta da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.
Não é por termos liberdade que podemos mudar tudo à nossa volta, mas dispomos da faculdade de dar sentido a tudo (o que é muito melhor), mesmo àquilo que não o tem! Nem sempre somos senhores do desenvolvimento da nossa vida, mas somos sempre senhores do sentido que lhe conferimos. (Jacques Philippe)
Se encontrares um caminho sem obstáculos, pensa que talvez não te leve a nenhum lugar. (Autor desconhecido)
Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida. (Juzsef Eorvos)
Quando eu estiver contigo no fim do dia, poderás ver as minhas cicatrizes, e então saberás que eu me feri e também me curei. (Tagore)
Quando se busca o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho. (Autor desconhecido)
(Por favor, tenha sempre à mão estes Telefones de Emergência!)
* Se sentir a falta de união – chame Romanos 12
* Se estiver desanimado com o seu trabalho – chame Salmo 126 (125)
* Se as pessoas lhe parecerem ingratas – chame João 13
* Se se sentir desprezado – chame Salmo 27
* Se o mundo lhe parecer demasiado pequeno – chame Salmo 19 (18)
* Se precisar de ser mais activo na sociedade – chame João 15
* Se a sua carteira estiver a esvaziar-se – chame Salmo 37 (36)
* Quando Deus lhe parecer distante – chame Salmo 139 (138)
* Quando mergulhar na tristeza e na perturbação – chame João 14
* Quando perder a confiança nas pessoas – chame Salmo 27 (26)
* Quando o mundo lhe parecer maior do que Deus – chame Salmo 90 (89)
* Quando estiver em perigo e sem protecção – chame Salmo 91 (90)
* Quando experimentar a solidão e o medo – chame Salmo 23 (22)
* Quando se sentir deprimido e abandonado – chame Romanos 8,31-39
* Quando experimentar a amargura e a crítica – chame 1 Coríntios 13
* Quando lhe pesar a consciência do pecado – chame Salmo 51 (50)
* Quando sair de casa para trabalhar ou viajar – chame Salmo 121 (120)
* Quando pensa no retorno dos investimentos – chame Marcos 10
* Quando precisar da segurança e garantia de Cristo – chame Romanos 8,1-30
* Quando precisar de coragem para uma tarefa – chame Josué 1
* Quando precisar de paz e descanso – chame Mateus 11,25-30
* Quando estiver preocupado com a vida – chame Mateus 6,19-34
* Quando a sua fé precisar de ser exercitada – chame Hebreus 11
* Quando as suas orações se tornarem egoístas – chame Salmo 67 (66).
Os Telefones de Emergência podem ser marcados directamente!
Não precisa da assistência de um operador.
Todas as linhas estão abertas 24 horas por dia!
Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema:
“Querido filho, estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do Inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão. Com amor, teu pai”.
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: “PELO AMOR DE DEUS, Pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!”
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e polícias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta: “Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim. Isto é o máximo que eu posso fazer neste momento.”
Fui à festa, mãe.
Fui a uma festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe… Então, bebi uma “Sprite”. Senti orgulho de mim mesma, e do modo como me disseste que eu me sentiria e que não deveria beber e conduzir. Ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto. E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a conduzir sem condições…
Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz…
Eu nunca poderia esperar…
Agora estou deitada na rua, e ouvi o policia dizer: “O rapaz que causou este acidente estava bêbado”, mãe, a voz parecia tão distante… O meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou a tentar com todas as minhas forças, não chorar… Posso ouvir os paramédicos dizerem: “A rapariga vai morrer”… Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir e agora tenho que morrer… Então por que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está-me a cortar como uma centena de faca afiadas…
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papá que ele seja forte…
E quando eu for para o céu, escreva “Menina do Pai” na minha sepultura…
Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado beber e conduzir…
Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva…
Minha respiração está a ficar mais fraca, mãe, e estou realmente a ficar com medo…
Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada…
Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada aqui
a morrer, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe…
Então… Amo-te e adeus…
Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente.
A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter ia anotando… muito chocado. Este repórter iniciou uma campanha.
Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito virtuoso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na realidade, o verdadeiro autor era uma pessoa muito influente no reino e, por isso, desde o 1º momento se procurou um “bode expiatório”, para encobrir o culpado. O homem foi levado a julgamento já sabendo que tinha escassas ou nulas oportunidades de escapar ao terrível veredicto: a forca! O juiz, também metido no trama, cuidou não obstante de dar todo o aspecto de um julgamento justo e, por isso, disse ao acusado: “conhecendo a tua fama de homem justo e devoto ao Senhor, vamos deixar nas mãos d’Ele o teu destino: vamos escrever em dois papeis separados as palavras “culpado” e “inocente”. Tu escolherás e será a mão de Deus a que decida o teu destino. Claro, o mau funcionário havia preparado dois papeis com a mesma palavra: Culpado”. E a pobre vitima, ainda sem conhecer os detalhes, dava conta de que o sistema proposto seria uma armadilha. Não havia escapatória. O juiz ordenou o homem a pegar num dos papeis dobrados Este respirou profundamente ficou em silencio uns quantos segundos com os olhos fechados e, quando a sala começava já a impacientar-se, abriu os olhos e, com um estranho sorriso, pegou num dos papeis e levando à boca o engoliu rapidamente. Surpreendidos e indignados os presentes condenaram o acto veemente: “Mas? Que fez?!? E agora??? Como vamos saber o veredicto?!”. “É muito simples”, respondeu o homem. “É uma questão de ler o papel que resta, saberemos o que dizia o que engoli”. Com nítido incomodo e enjoo mal dissimulados, lá tiveram que libertar o acusado, e jamais voltaram a molesta-lo.
Moral da história: por mais difícil que se nos apresente uma situação, nunca deixes de buscar a saída nem lutar até ao último momento. Sê criativo! Quando tudo pareça perdido, usa a imaginação!
“Nos momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento” (Albert Einstein)
Quatro velas estavam a arder calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam. A primeira disse: “Eu sou a Paz”! E, apesar de minha luz, as pessoas não conseguem manter-me, acho que me vou apagar. E devagarinho, apagou-se totalmente. A segunda disse: “Eu sou a Fé”! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar a arder. Ao terminar sua fala, um vento levemente soprou, e ela apagou-se. Baixinho e tristonha, a terceira vela manifestou-se: “Eu sou o Amor”! Já não tenho mais força para queimar. As pessoas deixam-me de lado, só se conseguem enxergar a si. E sem mais apagou-se. De repente … entrou uma criança e viu as três velas apagadas. “Que é isso? Vocês deviam ficar acesas até ao fim”. Dizendo isso, começou a chorar. Então a quarta vela falou: “Não tenhas medo, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas. Eu sou a Esperança”! A criança com os olhos brilhantes pegou na vela que restava e acendeu todas as outras. ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE TI ..
Tem
sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os
dias
convertem-se em anos… Mas o que é mais importante não
muda; A tua força e convicção não tem idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás
de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de
cada conquista, vem um novo desafio. Enquanto estiveres viva,
sente-te
viva. Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo. Não
vivas de fotografias amarelecidas… Continua, quando todos
esperam
que desistas. Não deixes que enferruje o ferro que existe em
ti. Faz com que em vez de pena, te tenham respeito. Quando não
conseguires correr através dos anos, trota. Quando não
consigas trotar, caminha. Quando não consigas caminhar, usa
uma
bengala. Mas nunca te detenhas!!!
Vi recentemente um filme («Treze: a inocência perdida», realizado por Catherine Hardwick) que me deixou chocado pela confusão que pode gerar em pais e jovens.
O filme retrata a vida de uma família de classe média americana, mais precisamente a de uma jovem adolescente com treze anos, que vive com a mãe e o irmão mais velho, uma vez que os pais estão divorciados. Confrontada com a crise da adolescência e com a necessidade de construir uma identidade, a jovem atravessa um período de grande solidão e abandono. Devido a ter um pai ausente e uma mãe que por sua vez é demasiado imatura, permissiva, tolerante e que não oferece o papel de uma figura vinculativa (essencial para a formação da sua personalidade) a jovem entra em desespero. Numa tentativa de se encontrar a si própria, a protagonista do filme acaba por cair numa vida marginal: desleixando os estudos, roubando, consumindo drogas e aventurando-se numa vida sexual promíscua. A mãe vai assistindo a este processo de decadência e destruição da própria filha, numa passividade que se confunde com tolerância e amor.
Ora, é precisamente aqui é que está o grande perigo! Ao não criar limites a mãe acaba por esvaziar a sua presença e o seu próprio papel. Os pais excessivamente bons e permissivos são tanto ou mais prejudiciais para os jovens como aqueles demasiado severos e castradores. Isto acontece frequentemente com alguns pais, já que intoxicados, pressionados e baralhados com «algumas campanhas», acabam por se demitir do seu papel de educadores sob um pretexto de tolerância e de modernidade.
Os nossos «jovens sem limites» aventuraram-se na droga, no álcool, nos comportamentos marginais, no sexo promíscuo (desde que uses a «borrachinha» está tudo bem!), nas corridas loucas a altas velocidades nas estradas, etc. Não existem limites. Com esta atitude elimina-se a dicotomia do bem e do mal, do que está certo e, do que está errado. A mensagem vai passando….e, chegamos ao ponto de quando alguém comete um crime, porque fez uma corrida de carros irresponsável na via pública, ouvirem-se vozes justificativas do tipo: «matou mas não tinha intenção, ele só queria divertir-se…», ou quando alegadamente uma mãe mata uma filha num crime absurdo como aconteceu recentemente no Algarve, assistirmos na televisão um técnico de saúde mental justificar este acto horrendo com a existência de uma suposta doença mental da mãe (mesmo que nunca a tenha observado!).
Haja limites! Os crimes horrendos não são obrigatoriamente perpetrados por loucos! O mesmo acontece quando alguns jovens falam sobre o aborto com argumentos do tipo: «Qual é o mal?! Na minha barriga mando eu!», como se a gravidez fosse uma espécie de piercing! É errado pensar que se pode educar sem limites. Os jovens precisam desses limites e os pais têm aqui um papel fundamental. Criar limites aos filhos é uma prova de amor! Ao contrário do que ocorre com o comportamento da mãe da jovem, no referido filme, que sob o pretexto da tolerância, acaba por deixar ainda mais abandonada a sua própria filha. A ausência de limites gera confusão e leva a um «caos interior». Por vezes é preciso dizer «não», «basta» ou «chega»! Não se pode fazer tudo o que se quer, ou o que se deseja. Porquê? Porque a vida não é assim! Por isso, é preciso aprendê-lo desde cedo. O Dr. João dos Santos (um dos fundadores da pedopsiquiatria em Portugal) numa conferência que dava sobre sexualidade a determinada altura surgiu uma mãe que lhe colocou a seguinte questão: «Eu já expliquei ao meu filho tudo sobre o nascimento das crianças, e ele agora quer ver mesmo como é que os pais fazem, quer estar lá no quarto para ver como é. O que é que o Sr. fazia?», ao que o Dr. João dos Santos respondeu com simplicidade: «Olhe minha Sra., se fosse comigo eu dava-lhe dois estalos…!».
Pedro Afonso
Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema:
“Querido filho, estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do Inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão. Com amor, teu pai”.
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: “PELO AMOR DE DEUS, Pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!”
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e polícias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta: “Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim. Isto é o máximo que eu posso fazer neste momento.”
Disse à dor: Fala-me de Deus! E a dor transformou-se em agradecimento.
Disse ao sonho: Fala-me de Deus! E o sonho tomou-se realidade.
Disse à mão: Fala-me de Deus! E a mão converteu-se em serviço.
Disse à voz: Fala-me de Deus! E a voz não encontrou palavras.
Disse à casa: Fala-me de Deus! E abriu -se a porta.
Disse à fonte: Fala-me de Deus! E a água brotou.
Disse ao rouxinol: Fala-me de Deus! E o rouxinol pôs-se a cantar.
Disse à amendoeira: Fala-me de Deus! E a amendoeira floriu.
Disse à natureza: Fala-me de Deus! E a natureza vestiu-se de beleza.
Disse, temeroso, ao Sol poente: Fala-me de Deus! E o Sol escondeu-se sem me dizer nada. Mas no dia seguinte, ao amanhecer, quando abria a janela, o Sol voltou a sorrir-me.
Disse a um menino: Fala-me de Deus! E o menino fez-me esse pedido a mim.
Disse a um camponês: Fala-me de Deus! E o camponês ensinou-me a lavrar.
Disse ao pobre: Fala-me de Deus! E o pobre ofereceu-me o seu manto.
Disse à minha mãe: Fala-me de Deus! E a minha mãe beijou-me no rosto.
Disse ao amigo: Fala-me de Deus! E o amigo ensinou-me a amar.
Disse a um guerreiro: Fala-me de Deus! E o guerreiro depôs as armas.
Disse a uma criança: Fala-me de Deus! E a criança sorriu.
Disse ao inimigo: Fala-me de Deus! E o inimigo estendeu-me a mão.
Disse de novo a um pobre: Fala-me de Deus! E o pobre acolheu-me.
Disse a Jesus: Fala-me de Deus! E Jesus rezou o Pai Nosso.
Disse à Bíblia: Fala-me de Deus! E a Bíblia abriu-se.
Miguel Estrada
Na porta de uma igreja, algures no Chile, foi encontrada uma folha com este saboroso texto, respeitante à acção do pároco:
Se prega dez minutos – nunca mais acaba!
Se fala de contemplação – está voando.
Se aborda temas sociais – mete-se na política.
Se trabalha – não tem nada que fazer.
Se se preocupa com a paróquia – não se compromete com o mundo.
Se aparece com o cabelo comprido – é revolucionário.
Se o usa curto – é antiquado.
Se casa e baptiza toda a gente – malbarata os Sacramentos.
Se é exigente – afasta os crentes.
Se está na igreja – abandona os paroquianos.
Se faz visitas – abandona a paróquia.
Se promove convívios – na paróquia não faz nada.
Se se mete em obras na igreja – malbarata dinheiro.
Se não as faz – tem tudo abandonado.
Se lança um conselho paroquial – deixa-se manejar.
Se não tem conselho paroquial – é um individualista.
Se é jovem – não tem experiência.
Se é idoso – deveria reformar-se.
Se … mas, quando se afasta ou morre – era realmente insubstituível.
Senhor, meu Criador, obrigado porque me fizeste um burro, capaz de Te servir nos meus irmãos, os homens. Não compreendo porque muitos deles querem ser burros, porque eu não quero ser homem. Mas isso não é de admirar, pois tenho pouco entendimento. Assim dizem eles, que são inteligentes. Modestamente, reconheço que, como meu irmão, tenho defeitos e qualidades: sou paciente, serviçal e amigo. E sou teimoso e rebelde; às vezes, preciso mesmo do castigo do meu dono. Como o homem, que gosta de dizer que o seu corpo é como eu, e tem que ser domado. Mas, meu Criador, eu também gosto de amor e carinho, e nisso também sou como o homem. É pena que ele não tenha orelhas grandes como eu, pois eu estou sempre atento a qualquer voz. Talvez ele ouça mais por dentro do que eu. Não posso julgar, sou apenas um burro! Peço, meu Criador e Senhor, para mim e para meu irmão, o homem, paciência, humildade e desejo de servir. Estou muito contente por ser humilde burro. Antepassados meus foram muito honrados por ti. Obrigado, Senhor!
Não digas tudo o que sabes,
Não faças tudo o que podes,
Não acredites em tudo o que ouves,
Não gastes tudo o que tens.
Porque:
Quem diz tudo o que sabe,
Quem faz tudo o que pode,
Quem acredita em tudo o que ouve,
Quem gasta tudo o que tem,
Muitas vezes,
Diz o que não convém,
Faz o que não deve,
Julga o que não vê,
Gasta o que não pode.
Todo aquele que se esquece
Do bem que alguém lhe fez,
Só desse bem se lembra
Se precisar outra vez.
Para ganhar sabedoria, elimine coisas todos os dias.
“Sócrates, sabes o que eu acabei de ouvir acerca de um amigo teu?”
“Espera um minuto!”, respondeu Sócrates, “Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o “Teste do Filtro Triplo.” “Filtro Triplo?” “Sim!”, continuou Sócrates, “Antes que me fales do meu amigo talvez fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo .”
E continuou: “O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?” “Não,” disse o homem – “o que acontece é que eu ouvi dizer que…” “Então,” diz Sócrates, ” não sabes se é verdade.
Passemos ao segundo filtro, que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?” “Não, muito pelo contrário…” “Então,” continuou Sócrates – “queres dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro.
O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?” “Não, acho que não…” “Bem,” concluiu Sócrates, “se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos sabes se é verdadeiro, para quê dizeres-me?”
PAI NOSSO – se na minha vida agir como filho de Deus, não fechando o meu coração ao amor ou aos que precisam.
QUE ESTAIS NOS CÉUS – se os meus valores não forem apenas representados pelos bens da terra.
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME – se não pensar apenas em ser Cristão por causa do medo, da superstição e do comodismo.
VENHA O NÓS O VOSSO REINO – se não achar a vida tão sedutora, cheia de supérfluos e futilidades.
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE AQUI NA TERRA COMO NO CÉU – se no fundo, não desejar unicamente que os meus desejos se realizem!…
O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE – se em vez de acumular riquezas preferir não desprezar os meus irmãos necessitados.
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO – se me importar em não ferir, não injustiçar, não oprimir e não magoar os que se atravessam no meu caminho.
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO – nem sempre o caminho mais fácil é o caminho de Deus.
Sê diferente, acredita que podes mudar!
1. É mais importante como vivo no sacerdócio do que aquilo que faço enquanto sacerdote.
2. É mais importante o que Cristo faz através de mim do que aquilo que faço eu.
3. É mais importante que eu viva a unidade no presbitério do que lançar-me até à exaustão sozinho no ministério.
4. É mais importante o serviço da oração e da palavra do que o das mesas.
5. É mais importante seguir espiritualmente os colaboradores do que fazer eu mesmo e sozinho o mais possível.
6. É mais importante estar presente em poucos mas centrais sectores de acção, com uma presença que irradie vida, do que estar em tudo, à pressa e a meias.
7. É mais importante agir em unidade com os colaboradores do que sozinho, mesmo que me considere capaz; ou seja, é mais importante a comunhão do que a acção.
8. É mais importante, porque mais fecunda, a cruz do que os resultados muitas vezes aparentes, fruto de talentos e de esforços humanos.
9. É mais importante ter alma aberta sobre o todo (comunidade, diocese, Igreja universal) do que fixada em interesses particulares, ainda que me pareçam importantes.
10. É mais importante que a fé seja testemunhada a todos do que satisfazer todos os pedidos habituais.
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